quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Cleber Machado no Top 5 CQC

Robinho quer jogar no Chelsea




O atacante brasileiro Robinho quer deixar o Real Madrid para jogar no Chelsea, junto do treinador Luis Felipe Scolari, revelou o próprio jogador ao jornal espanhol ABC.

Robinho nunca se sentiu particularmente desejado no clube madrilenho e não digeriu a decisão do Real de não deixá-lo participar das Olimpíadas com a seleção brasileira, disse o ABC.

"Robinho é o único dos nossos objetivos. Fizemos contato com o Real e a negociação ainda está em andamento. O Real está procurando um substituto para Robinho e isso estendeu a discussão", declarou no último dia primeiro de agosto o diretor-executivo do Chelsea, Peter Kenyon.

Para quem gosta do Campeonato Inglês Robinho será um prato cheio pelo menos seu talento é inquestionável.


Fonte: Estadao e ABC

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Mesmo ''ESTILO MALVADEZA''


Não faz muito tempo que o Deputado ACM Neto ameaçou dar uma bifa no Presidente Lula, engraçado é o mesmo se apresentar agora e só agora como um homem de paz e que defende um projeto novo para Salvador renegando a panelinha de seu avô e se eximindo das culpas e responsabilidades do passado colocando como argumento o fato de ter sido criança na época da fundação do carlismo.

Sérgio Carneiro terá o maior tempo na tv e no rádio




A Justiça Eleitoral de Feira de Santana distribuiu o tempo da propaganda gratuita no rádio e TV entre os partidos e coligações locais. A reunião com representantes de coligações, partidos e emissoras de rádio e televisão ocorreu na segunda-feira, 4, com direção do juiz Wilson Miranda.
Ficou definido assim o tempo dos candidatos:

1º Sérgio Carneiro (PT, PC do B, PDT, PSB e PSC) - tempo de 8,37 minutos;

2º Colbert Martins Filho (PMDB, PPS, PTB e PV) - tempo de 8,16 minutos;

3º Tarcízio Pimenta (DEM, PHS, PMN, PP, PR, PRB, PRP, PRTB, PSL, PT do B, PTC e PTN) - tempo de 8,02 minutos;

4º José Almery (PSDB e PSDC) - tempo de 5,05 minutos.


Considerações do escritor deste blog:

Apesar de Sérgio possuir o maior tempo há certa paridade entre os tempos de seus concorrentes , com isso a disputa se torna mais igual e dinâmica podendo inclusive haver uma distância duma possível vitória de qualquer parte no 1º turno.

(Com informações contidas no Blog da Feira)

terça-feira, 5 de agosto de 2008

''Quem acredita sempre alcança''


O fundador do Bradesco, o maior banco privado da América Latina, com patrimônio líquido de R$ 6 bilhões e 77 mil funcionários, dormiu um dia num banco de praça. Tinha 16 anos e acabara de fugir da fazenda de café onde empunhava a enxada, em Sertãozinho (SP). Quatro anos antes, quando cursava o quarto ano primário, o pai, o lavrador João Antônio Aguiar, que tinha 13 filhos, o tirara da escola para que ele o ajudasse na plantação. Aos 16 anos, ele escapuliu (revoltado com o comportamento do pai, que bebia demais e era tido como mulherengo) e pegou no sono, ao relento, naquele banco de praça em Bebedouro (SP). De madrugada, foi acordado por um mendigo, que lhe pediu um trocado. Aguiar revirou os bolsos e só achou uma moeda. "Então, ele pensou: parece mentira, mas existe gente que tem menos do que eu", contou a ISTOÉ a neta Denise Aguiar.

Nascido a 11 de fevereiro de 1904, em Ribeirão Preto (SP), Amador Aguiar ainda estava sem rumo em Bebedouro quando entrou num restaurante. O dono olhou para o rapazote de mãos calejadas e perguntou se ele queria comer alguma coisa. "Não, primeiro eu quero trabalhar e só depois vou aceitar o prato de comida", disse Aguiar. Não demorou para que ele encontrasse emprego numa tipografia, na qual perdeu o dedo indicador da mão direita numa máquina de impressão.

Em 1926, aos 22 anos, Aguiar era office-boy na filial de Birigui (SP) do Banco Noroeste do Estado de São Paulo. Foi nessa época que começou a acalentar a idéia de subir na vida e, algum dia, tornar-se poderoso. Dois anos depois, numa carreira fulminante, ele já ocupava o cargo de gerente. Mais do que à ambição, ele atribuía o êxito a um detalhe aparentemente secundário. "Todo o meu sucesso profissional eu atribuo à asma. Eu não dormia à noite e, por isso, lia tudo sobre as atividades bancárias. Assim, superei muitos funcionários mais letrados do que eu."

Dez contos
Em 1943, o projeto de virar banqueiro começou a se concretizar quando, com amigos, adquiriu a Casa Bancária Almeida, um banco falido de Marília (SP). A instituição ganhou de imediato um novo nome: Banco Brasileiro de Descontos, o Bradesco. No dia da inauguração, a morte repentina do sócio escolhido para dirigir o novo negócio fez de Amador Aguiar o diretor-presidente. Além de plenos poderes, foi agraciado com um terço das ações do banco, que, por sinal, naquele momento, nada valiam. O Bradesco era tão insignificante que o próprio Aguiar fazia piada da sigla da instituição nascente. "Banco Brasileiro dos Dez Contos, se há?", alguém perguntava, e ele respondia às gargalhadas: "Não há!"

Em 1946, ele transferiu a sede do banco de Marília para a rua 15 de Novembro, no centro de São Paulo - sete anos depois, a administração do Bradesco seria instalada em Osasco, na Grande São Paulo, de onde nunca mais saiu. "Foi o pioneiro em separar a administração das agências", disse a ISTOÉ Lázaro Brandão, sucessor de Aguiar e presidente do Bradesco até pouco tempo atrás - atualmente, preside o Conselho de Administração. Segundo Brandão, a idéia de Aguiar era afastar os altos executivos do Bradesco dos problemas corriqueiros das agências. Com isso, sobraria tempo para eles se dedicarem aos grandes negócios. Outra inovação: o Bradesco foi o primeiro banco a aceitar o pagamento das contas de luz. "Com sua visão aguçada, ele fez com que o Bradesco se transformasse, já em 1959, no maior banco privado da América Latina, posição que nunca mais perdeu", disse Brandão. Na fachada do prédio do Bradesco em Osasco ainda hoje se lê a frase que sempre inspirou Aguiar: "Só o trabalho pode produzir riquezas."

Em seu caso, gerou uma fortuna pessoal avaliada em US$ 860 milhões. Mas Aguiar - que teve três filhas e 13 netos - foi um homem de hábitos simples até o fim da vida. Fazia questão de dirigir seu próprio carro, um Fusca. A maior diversão era cortar lenha em uma das fazendas espalhadas pelo País. Gostava de dormir em rede e, curiosamente, nunca usou talão de cheques. Tampouco guardava dinheiro no bolso. Afastou-se da administração do Bradesco, em 1990, e morreu a 24 de janeiro de 1991 de parada cardíaca. Ficou a lenda de uma das mais bem-sucedidas carreiras de self made man do País.

VOCÊ SABIA?
Num hotel em Manaus, esqueceram de colocar toalhas no quarto. Não quis incomodar a camareira e se enxugou com a camisa. No restaurante, o garçom não o reconheceu e pediu para ele mudar de mesa. "Ele está só fazendo o seu trabalho", aceitou Aguiar sem reclamar.

Fonte: Istoé

Crivella espera ganhar no 1º turno usando imagem de Lula


Com muita influência no governo Lula, Crivella causa inveja aos seus adversários, só para ser ter uma idéia da aproximação Lula aprovou todas as emendas prospostas pelo atual Senador e hoje candidato a Prefeito da ''Cidade Maravilhosa'' e faz questão de dizer a interlocutores que Crivella é o candidato do seu coração.

O publicitário escolhido por Crivella é nada mais nada menos que Duda Mendonça herói da 1ª vitória de Lula para Presidente da República.

Crivella tira o sono de Roberto Irineu


O Presidente das Organizações Globo Roberto Irineu Marinho não consegue dormir tudo por conta da liderança de Marcelo Crivella em todas as pesquisas de intenção de voto para Prefeito do Rio de Janeiro, teme que suas empresas especialmente as do setor imobiliário e de comunicações sejam perseguidas caso Crivella ganhe o pleito.

Considerações do escritor deste blog:

Será que Crivella ser tornará um novo Brizola?

É esperar para crer, uma coisa é certa Roberto Irineu não fugirá da briga e lutará até o último round.